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Em Dezembro contamos com a presença de missionários que irão testemunhar do trabalho missionário que realizam. Esperamos por você.

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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mensagem - Pastor Vitor Missionário Haití

Missionário em tempo integral no Haiti, país recentemente atingido por uma tragédia natural, conta-nos o testemunho da obra que tem realizado naquele lugar. Vale apena conferir.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

6 Passos para ser vitorioso

6 Passos Para ser Vitorioso ''Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.'' (Tg 1:2-4) Números 13 1° Estar na Promessa (v1)Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel;. Josué e Calebe andaram na promessa. 2° Não Importou de ser impopular. (14:10)Mas toda a congregação disse que os apedrejassem; porém a glória do SENHOR apareceu na tenda da congregação a todos os filhos de Israel. 3° Não Cederam a pressão . (14:1)Então toda a congregação levantou a sua voz; e o povo chorou naquela noite. 4° Eles valorizaram quem eles eram. (13:33)Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos. 5° Eles viram Solução em quanto os outros viam problema. (13:30)Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela.(14:7-9)E falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pela qual passamos a espiar é terra muito boa. Se o SENHOR se agradar de nós, então nos porá nesta terra, e no-la dará; terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o SENHOR, e não temais o povo dessa terra, porquanto são eles nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, "ë o SENHOR é conosco; não os temais. 6° Manteve uma alma Jovem.(14:24)Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança. (Js 14:8-11, Mas meus irmãos, que subiram comigo, fizeram derreter o coração do povo; eu porém perseverei em seguir ao SENHOR meu Deus. Então Moisés naquele dia jurou, dizendo: Certamente a terra que pisou o teu pé será tua, e de teus filhos, em herança perpetuamente; pois perseveraste em seguir ao SENHOR meu Deus. E agora els que o SENHOR me conservou em vida, como disse; quarenta e cinco anos são passados, desde que o SENHOR falou esta palavra a Moisés, andando Israel ainda no deserto; e agora e/s que hoje tenho já oitenta e cinco anos; E ainda hoje estou tão forte como no dia em que Moisés me enviou; qual era a minha força então, tal é agora a minha força, tanto para a guerra como para sair e entrar. (15:14-15)E Calebe expulsou dali os três filhos de Anaque; Sesai, e Alma, e Talmai, gerados de Anaque. E dali subiu aos habitantes de Debir; e fora antes o nome de Debir, Quiriate-Sefer. E disse Calebe: Quem ferir a Quiriate-Sefer, e ajomar, lhe darei a minha filha Acsa por mulher.

Vale de Baca: Lugar da impossibilidade humana

VALE DE BACA: LUGAR DA IMPOSSIBILIDADE HUMANA, LUGAR DA PROVIDENCIA DIVINA Bem aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados, que passando pelo Vale de Baca, faz dele uma fonte.Que passando pelo Vale de Baca faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques vão indo de força em força: Cada um deles em Sião aparece perante Deus. Salmo 84.4-7 Introdução: O Vale de Baca, dependendo da tradução e da edição Bíblica recebe várias denominações: Vale das Lamentações, Vale de Lágrimas, Vale das Bálsameiras e Vale Árido. O termo Baca significa choro, lágrima, talvez seja esse o motivo de alguns estudos ligarem o lugar a um" Vale de Lágrimas" literalmente, mas não é bem assim. As plantas de bálsamo existentes no vale "choravam", isto é, destilavam um liquido de aroma agradável que deveria tornar Baca um lugar perfumado. Bálsamos são conhecidos por suas propriedades confortantes e calmantes, sendo assim, o escuro vale, de dificil passagem continha seus segredos. O destino de quem passava por Baca era Sião, a passagem era obrigatória, Baca moldava os peregrinos que ansiosos por chegar à Jerusalém e ir ao Templo se arriscavam no Vale. "A chuva também enche os tanques"(Sl 84:6). Em Baca o solo era árido e em algumas áreas pedregoso, por sua extensão os peregrinos eram obrigados a cavarem poços para obtenção de água caso contrário nem as pessoas nem os animais suportariam. Alguns já não tinham tanto trabalho, encontravam os poços cavados e cheios pelas águas da chuva. O vale de Baca é um lugar árido onde as condições de sobrevivência são bastante escassas, há poucos recursos, na verdade este "vale" nos possibilita ver que não somos nada. O Senhor permite a todos os seus filhos passar por este "vale" em algum tempo de suas vidas para que possam perceber o quanto necessitam do Senhor. Espiritualmente falando, este vale de Baca é o " deserto" onde aprendemos que só Jesus é o nosso sustento, nosso pão e nossa água. No vale de Baca só existe baca ( vegetação rasteira que não precisa de água para sobreviver ), nós necessitamos de água para sobrevivermos, o vale de Baca não é nosso lugar, temos que passar por lá em algum tempo de nossa vida e lá experimentarmos o Senhor Jesus como nossa fonte de água viva. A BIBLIA MENSSIONA NO AT PELO MENOS 36 VALES Vale de Efrain Osso secos Meguido Benção Da visão Is 22.1-5 Do Sal 2Sm 8.13 Do Jaboc Baraka ou Berake (benção) 2Cr 20.26 BACA ''hb'' Sign.Lagrima Angustia Choro Depressão MUITOS ENTRARAM NESTA NOITE ANGUSTIADO, CHOROSOS, DEPRESSIVOS MAIS SAIBA DE UMA VERDADE HOJE PRA SUA VIDA DEUS VAI ENTRAR NO VALE DE LAGRIMA E VAI TIRAR DE LÁ QUANDO OBSERVAMOS O SALMO 84 PERCEBEMOS O SALMISTA DECLARAR QUE A ALEGRIA PRA ELE E ESTAR N A CASA DE DEUS NO TABERNACULO (vs 1) 2sm POR QUE QUNDO DEUS MANDA LEVANTAR O TABERNACULO DEUS DISSE QUE HABITARIA DENTRO DO TABERNACULO POREM NO CONTEXTO EM QUE ESTA ESSE VERSICULO são SE APLICA A NOS POIS PAULO DISSE 1Cor 6.19 OU NÃO SABEIS QUE NOS SOMOS O TABERNACULO. NOS não PODEMOS VIR A IGREJA PARA SENTIR A GLORIA DE DEUS , A GLORIA TEM QUE ESTA EM CASA, NO TRABALHO Vs 6- O QUAL PASSANDO PELO VALE BACA O VALE DE BACA E O CHORO NOS NOSSOS DIAS Lv 23 DEUS DEU ORDEM PARA TODO HOMEM HEBREU QUE TRES VEZES AO ANO FOSSE A JERUSALEM PARA QUE? PARA CELEBRAR AS FESTAS ANUAIS QUAIS? PESSACH = PÁSCOA (Lv. 23:5) Festa da Páscoa MATZOT = ASMOS (Lv. 23:6) Festa dos Pães Asmos HABICURIM = PRIMÍCIAS (Lv. 23:9) Festa das Primícias SHAVUOT = SEMANAS (Lv.23:15,16) Festa das Semanas SHOFAROT = TROMBETAS (Lv. 23:24) Reagrupamento de Israel YOM HAKIPURIM = DIA DA EXPIAÇÃO Dia da Expiação (Lv.23:27) SUCOT = TABERNÁCULOS (Lv.23:34) Festa dos Tabernáculos ou Festa da Colheita FESTA : Alegria , Regozijo, Jubilo, TODO HOMEM IA A JERUZALEM PARA JUBILAR, REGOZIJAR, SO QUE POREM PARA SE CHEGAR A JERUZALEM TINHA QUE PASSAR PELO VALE DE LAGRIMA POIS A SITUAÇÃO GEOGRAFICA não PERMITIA PASSAR POR OUTRO CAMINHO NEM ATALHO MAIS O SALMISTA DIZ Vs 6 (festa). QUEM QUER ALEGRIA TEM QUE PASSAR NO VALE DE BACA, TEM MUITAS PESSOAS NO VALE DE CHORO MAIS O SALMIST A DIZ O CHORO PODE DURAR UMA NOITE MAS A ALEGRIA VEM PELA MANHA (Sm30.5) VAMOS JOGAR FORA A DOUTRINA DE QUE A CRISTO E MOLEZA JESUS DISSE Joao 16 NO MUNDO TEREIS AFLIÇÃO ENTRAI PELA PORTA ESTREITA TODO HOMEM TINHA QUE PASSAR NO VALE DE BACA A 1ª FESTA PASCOA Lv 23 O QUE ERA A PASCOA, ERA UMA COMEMORAÇÃO MOISES USADO POR DEUS LIBERTA O POVO CONTRASTE= EGIPICIOS CHORO FESTA PARA TER LIVRAMENTO TEM QUE PASSAR NO VALE DE LAGRIMA CADA UM DE NOS TEM UM VLE BACA EM SUA VIDA , TEM PESSOAS QUE ESTAO DECEPICIONADAS COM ESPOSO E VICE VERSA , POR OUTROS PRECONCEITOS , IDADE, COMPLEXOS DE INFERIORIDADE,CRISE FINANCEIRA,CRISE CONJUGAL ENTRE OUTRAS LAGRIMAS. 2º FESTA PENTECOSTE OU SEMANAS = SHAVUOT – O QUE E ? Em Levítico 23:16 encontramos a expressão hebraica hamishshïm yom (LXX=pentêkonta hêmeras) que significa cinquenta dias. Era comemorada cinquenta dias depois da festa das primícias quando era ofertado o primeiro molho de trigo da colheita (Lv.23:11,12,15,16; Dt.16:9), aos 6 do mês de Sivan, que corresponde ao mês de junho em nosso calendário. Comemorada após cinquenta dias ou sete semanas, recebeu também o nome de festa das semanas=hagh shabhu'ôth (Ex.34:22; Dt.16:10), ou dia das primícias = yôm habbikkürïm (Ex.23:16; Nm.28:26). Comemorava a entrega da lei que foi dada no monte Sinai durante este período (Compare Ex.19:1,11 com Ex.12:6,12). Enquanto os pães asmos eram sem fermento, os pães desta oferta continham fermento (Lv.23:16-18), e deveriam ser movidos com os pães das primícias perante o Senhor (Lv.23:20). QUINQUAGESIMO 50 DIAS após A PASCOA PARA O PENTECOSTE ERA CONHECIDO COMO FESTA DA COLHEITA, COMO FESTA DA SEMANA ERA QUANDO O POVO DE ISRAEL SE REUNIAO PARA LEVAR O MELHOR DA COLHEITA PARA LEVAR A JERUZALEM COMUM – QUE PASSAVA NO VALE DE BACA TEM ALGO PARA LEVAR PARA DEUS SO CONHECE O VALE DE LAGRIMAS QUEM TEM GRATIDAO , TALENTO QUEM TEEM ALGO DE MELHOR PARA OFERECER E COMPARTILHAR 3º TABERNACULOS - O QUE E ? Nesta festa os israelitas habitavam em cabanas ou tabernáculos (Lv.23:42) durante uma semana (Lv.23:42). Essas cabanas eram feitas de ramos de árvores (Ne.8:14-18). A Festa dos Tabernáculos, também conhecida como Festa das Colheitas (em hebraico, hagh haqqâçïr) porque marcava o início da colheita outonal de frutas e azeitonas (Ex.23:16), durava do 15° ao 22° dia do sétimo mês (set-out), e era comemorada uma vez por ano (Lv.23:41). E A FESTA ONDE O POVO DEIXAVAM SUA CASAS E MONTAVAM CABANAS E FICAVAM 1 SEMANA EM AGRADECIMENTO A DEUS

Mulher sábia

MULHER SABIA . IBG PR JERRY ADRIANI A mulher cristã tem vários papéis a desempenhar no lar, na sociedade, na igreja onde ela tem um ministério específico. Ela pode edificar, e construir, aliás, foi para isto que o Senhor a criou. Contudo, se não for sábia, pode vir a destruí-lo, com suas próprias mãos. Porque tamanha responsabilidade para nós mulheres? Quando Deus criou o homem, disse: 'Não é bom que o homem viva sozinho. Vou fazer alguém que o ajude como se fosse a sua outra metade.'(Gn 2:18). Formou então Deus a primeira família, onde colocou a mulher como peça fundamental para esta formação e deixou em suas mãos a responsabilidade de ser o rochedo, o ponto de equilíbrio, a orientadora, a ajudadora junto ao marido, mais o privilégio único de ser mãe. Todas as mulheres sabem da importância que a nossa mãe teve em nossa vida. Foi ela que passou a maior parte do tempo conosco. Obviamente todas nós queremos ser bem sucedidas na vida como esposa, mãe, dona de casa, etc. Talvez você esteja refletindo e avaliando sua vida e chega a conclusão que não tem tido muito sucesso na vida e se pergunta: o que está acontecendo? Será que é falta de sabedoria? O que fazer? Deus quer restaurar a sua vida, família e casamento. Em Tiago 1:5 está escrito: 'E, se alguém de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente.' Vejo que o primeiro passo seria ter uma vida de total compromisso com Deus, querer ser segundo o coração de Deus. Em Lc 10:38 podemos perceber claramente em Maria o compromisso profundo, um desejo enorme de ouvir e de estar na presença do Senhor. Compromisso com Deus gera santificação. E é isto que Deus espera de nós: “Sede santos, porque eu sou santo” (1 Pe 1:16). E o segundo passo seria pedir sabedoria a Deus. Por quê pedir sabedoria não é o primeiro passo? A questão é que se nós não tivermos compromisso com Deus, nós podemos até pedir, Deus pode até nos dar, mas nós não vamos saber usá-la e de nada vai adiantar, pois nos falta compromisso com Deus, controle do Espírito Santo e falta do senhorio de Cristo na vida. Portanto, para termos os nossos lares edificados, precisamos ser sábias. E para obtermos esta sabedoria, faz-se necessário uma vida de compromisso total com Deus. Lembre-se sempre, mulher, que o seu lar precisa de você e que Deus lhe fez para construir, edificar, ajudar e orientar. Deus lhe fez para ser coluna no lar, inabalável!

Orkut ou Facebook! O que Deus diria do seu?

Orkut ou Facebook! O que Deus diria do seu? PR JERRY ADRIANI BOA LEITURA Todo mundo está falando dele. O Orkut, não! Facebook é a maior novidade do momento quando o assunto é comportamento cyber. Alguns não sabem direito o que é, mas já ouviram falar dele, outros (muitos) participam dessa comunidade, com mais ou menos freqüência. Mas, para todos, o facebook parece exercer um estranho fascínio, tanto para apoiá-lo, como para criticá-lo. Por um lado vemos a possibilidade de fazer novos amigos/amigas. Por outro temos também a idéia mentirosa de querer ser o que não somos. Há muito tempo pensei em fazer um perfil e participar. Recebi muitos convites. Então há dois meses criei um. E tenho visto que muitos cristãos estão usando este meio de comunicação de forma desagradável a Deus. Independente de todas as ferramentas que o facebook proporciona, parece que não é a somatória delas que envolve as pessoas na sua onda. Alguns dizem que é apenas um modismo passageiro que, por não ter utilidade, em breve, as pessoas vão se desligando da comunidade. Mas isto não é verdade. Cada vez temos o interesse mais profundo em conhecê-lo. Quando falamos sobre seu uso no Brasil, este fascínio parece ser ainda maior. O Brasil é o país com a maior presença no facebook. A presença do brasileiro fica ainda mais significativa se pensarmos que, a maioria da população, infelizmente, ainda não tem acesso à internet. O que venho a dizer é que um estudo Bíblico pela internet fica difícil para o cristão procurar. Mais ele faz o possível e até um extremo sacrifício para estar presente na lan-hause batendo um papo no facebook. Sem contar às comunidades que muitos cristãos estão participando. Comunidades estas que até algumas pessoas não cristãs jamais pensariam em estar. Talvez você esteja ai achando isso uma bobagem. Mais eu lhe pergunto: O teu filho ou tua esposa/esposo tem acesso a sua identidade no face? Muitos dirão que sim. Mais creio que muitos também dirão o contrário. Creio que precisamos mais vigilância dentro de nossos lares. Tenho relatos de pessoas mentirosas (crentes) em seus perfis. Sinto muito mais estes não fazem parte de meus contatos. Talvez seja duro demais, não sei. De uma coisa eu sei: O pai da mentira é o diabo. Seja mentira virtual ou não. Temos visto também uma forma diferente de expressão nas pessoas que se identificam com nossa fé dentro deste quadro facebook. Seria este o lado que a igreja estaria prendendo? Ou que os pastores desconhecem em suas ovelhas? Não sei. Talvez. Muitos na realidade têm sido tragados pelo diabo dentro de suas casas. Pode-se dizer que a intenção é estar em contato com os amigos. Mas aqueles que estão na comunidade sabem que, aqueles amigos freqüentes em suas conversas às vezes são vistos de outra forma.Tenho visto perfil de alguns dos nossos com as mais variadas formas. "Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós". Mas alguns há que se declaram amantes do mundo e de suas concupiscências. A Bíblia condena tais hábitos. Abro novamente um parêntese para dizer que sou usuário do "face", esta mensagem é apenas um alerta. Por várias vezes quis excluir meu perfil mas confesso que ainda não o fiz. Por isso resolvi hoje colocar um alerta para pais, pastores, lideranças etc. Sem contar a confusão teológica que as comunidades postam. Ocasionadas por várias mentes pensando de formas variadas. E temos ainda o risco de termos membros de nossas igrejas ensinados por satanistas. Desde heresias a prostituição, tem de tudo. "Como uma fonte de água doce jorra ao mesmo tempo água salgada". Entre o perfil das pessoas mundanas e o perfil do povo de Deus no "face", não há muita diferença, pois ambos ouvem as mesmas músicas, curtem as mesmas coisas. Em Romanos 6 Paulo declara: “Andemos nós em novidade de vida” e em 2 Coríntios 5.17 "Se alguém está em cristo nova criatura é, tudo se fez novo". Como pode então o povo de Deus estar no "face" e não fazer nenhuma diferença? Olha a mensagem de Paulo aos Filipenses: "Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai". Como podemos dar exemplo como filhos de Deus, se no "face", nossas fotos revelam impureza, seios, pernas e nádegas à mostra para quem quiser ver. Imagino a tristeza no coração de Deus. Onde está a santidade do povo escolhido? Na cruz o sangue de Jesus escorreu por nós, fomos comprados por alto preço e não podemos nos conformar com os padrões deste mundo impostos a nós. Devemos fazer a diferença, a Palavra declara que os que seguem a Jesus de forma alguma serão confundidos. Se você tem fotos em seu álbum, nos padrões acima citados, delete meu irmão. Façamos a diferença. Deixo ainda esse texto para reflexão: “Porque não nos chamou Deus para a imundícia, mas para a santificação”.(1Ts 4.7)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

E se abriram as portas...

Mais uma ministração nos seis dias de clamor para seis meses de vitória.
 

Pr Adriano Pedroso Gênesis 15

Deus te criou para uma história de sucesso, você precisa crer! Quando Deus nos formou ele destinou-nos a conquista. Nessa mensagem o Pastor Adriano Pedroso ministra de um modo poderoso as perspectivas do projeto de Deus para nossas vidas.
 

domingo, 11 de novembro de 2012

Pra. Cida Falcão - Gileade 2010

Ministração proferida na campanha seis dias de clamor para seis meses de vitória no último dia desse trabalho realizado no 1º semestre de 2010. Baseado no livro de Apocalipse. 3: 8;9;10 e 11.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Novo site: Discipulo um a um


http://gileadedicipulo.6te.net/crbst_0.html#top; confira o novo site da Comunidade Batista Gileade. Discipulo um a um

domingo, 4 de novembro de 2012

Informativo Gileade - Novembro

Informativo CBGileade Novembro

Clique no ícone acima e leia o informativo da Comunidade Batista Balsamo de Gileade.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Alegoria da Pipoca.




Alegoria da Pipoca e as provações do presente século.

Por: Pastor Jerry Adriani


1Pedro 4:12-15
12 Amados, não estranheis a ardente provação que vem sobre vós para vos experimentar, como se coisa estranha vos acontecesse;
13 mas regozijai-vos por serdes participantes das aflições de Cristo; para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e exulteis.
14 Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória, o Espírito de Deus.

A palavra provação para muitos filhos de DEUS soa como algo que não deveria de modo algum atingir aqueles que servem ao Rei Jesus. Contudo, a palavra de DEUS nunca disse que não passaríamos por provações, pelo contrario, Jesus disse no evangelho de João 16:31 “que no mundo teríamos aflição” por isso era necessário ter bom animo; disse ainda, que assim como o “fogo prova o ouro” assim seriamos provados. Nisso podemos afirmar somos herdeiros e coerdeiros com cristo em todas as coisas.

Quando falo de fogo surge uma alegoria bem interessante para reflexão, A alegoria do milho de pipoca.

O milho antes de ir para a panela juntamente com óleo é um alimento pouco útil ao ser humano, por sua vez para alguns animais como a galinha ele encontra sua finalidade. Isto nos leva a pensar em alguns “servos” acomodados que se assemelham às galinhas, justamente pela incapacidade de olhar para cima. Eles (servos) estão sempre à espera de alguém que jogue sua comida quando não ocorre ciscam o solo a procura de alimento.





Um filho de DEUS, por sua vez, deveria ser como uma águia, que não se alimenta de qualquer coisa, antes seleciona seu alimento e para isso naturalmente tem que olhar

para todas as direções. Cabe a primeira provocação para alguns acomodados: você prefere ser galinha ou águia?

Voltemos a nossa alegoria. No início quando pretendemos que o milho se transforme naquela deliciosa pipoca utilizamos alguns itens, escolhemos o milho de acordo com a preferência, uma panela adequada e nela depositamos óleo ou mesmo manteiga. Para termos o resultado pretendido precisamos ainda que estejam bem aquecidos (a panela e óleo ou manteiga) a fim de que o resultado seja alcançado (pipocas deliciosas). Pensado nesses detalhes somos remetidos ao texto de 1 Pedro 4:12, “não estranheis o fogo” a combinação de fogo, óleo e milho é que vão produzir a deliciosa pipoca, e essa agrada gerações.

Pense na igreja como a panela, o óleo como representação do Espírito Santo, e o fogo como sendo as provações. Aqui já iremos perceber algo, é nas provações que revelamos quem realmente somos: Dt 8:2 está escrito “E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor teu Deus tem te conduzido durante estes quarenta anos no deserto, a fim de te humilhar e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos.”.

Quando a temperatura do óleo atinge o calor suficiente, à pressão interna do grão se modifica, a ponto de a água nele presente se expanda, é só a partir dessa expansão e posterior explosão é que aquela casca dura é vencida, e a desejada pipoca surge como alimento. Alimento esse que servirá para aquelas sessões de cinema ao lado dos amigos.




As provações vêm para nos fazer pessoas melhores, humildes e menos arrogantes, soberbas. Você já imaginou o que seria de Davi sem Golias? Mesaque, Sadraque e Abednego sem a fornalha? Seriam apenas mais um! Mas, por causa das provações eles são lembrados quase todos os dias no mundo inteiro. Gloria a DEUS!

Na panela com óleo e o fogo aquecendo existem muitos que serão provados (aquecidos) não são aprovados – não romperão com aquela dura casca que recobre o grão. Isso ocorre porque durante as provações eles reagem mal – no exemplo do milho a pipoca que não estourou foram os problemas internos, ausência de água. Como exemplo de coisas internas temos aquelas pessoas que falam mentiras a fim de obter vantagens, são pessoas iradas, cheias de amarguras, caluniadoras, exploradoras, pessoas cheia de maldade no coração – todos os exemplos mostram bem a falta de água ou mesmo sua contaminação. O salmista no Salmos 24, faz a seguinte pergunta: “quem subira no monte santo do senhor? e quem há de permanecer no seu santo lugar?” a resposta vem: “o de mãos limpas e de coração puro”

Essas pessoas são os “piruás” da pipoca, que nem mesmo o fogo da provação quebranta. Pessoas duras que nascem e morrem assim, o crente “Gabriela”.
E piruá só serve para o lixo, não serve nem para reciclagem, e se for exposta ao mesmo processo ainda assim não se quebra - quebranta.
Que DEUS possa ser louvado em todos os momentos de nossas vidas, como disse Paulo, sei estar humilhado, como também ser honrado; de tudo e em todas circunstâncias, já tenho experiência tanto na fartura como de fome, assim de abundância como de escassez. Tudo posso naquele que me fortalece. Fp. 4:12-13
DEUS TE ABENCOE

Músicos segundo Cristo



Músico segundo Cristo

Infelizmente, nos dias de hoje, muitos músicos cristãos tem sido um péssimo testemunho diante das pessoas. A imagem que temos passado para elas, é de que não temos compromisso e uma real experiência com Deus, não oramos e não conhecemos a Palavra de Deus, somos instáveis, egoístas, orgulhosos, rebeldes, insubmissos, preguiçosos, indolentes, desorganizados, causadores de confusões e intrigas, causadores de divisão dentro do Corpo de Cristo. Muitas vezes, também somos reconhecidos como os "estrelas" por causa das nossas atitudes quando queremos buscar somente reconhecimento, aprovação e aplausos das pessoas. Pensamos mais em nós e menos nas pessoas, e não queremos nos "misturar" com ninguém mantendo assim uma imagem de "artista pop-star". Por causa desta imagem que temos passado, um certo dia fiquei incomodado e me perguntei: "Será que eu faço parte desta classe de músicos?", "Porque tem que ser assim entre nós músicos?" , "Será que não existe músicos dispostos a viver realmente o que a Palavra de Deus ensina?" e a partir disso propus, em meu coração, ser um músico diferente.
CONFRONTANDO-NOS
Em algumas ocasiões escutamos as pessoas falarem o seguinte: "Temos que compreender, afinal ele é músico..." ou então "Bom, você já sabe como são os músicos..."; nos dando a entender que o músico está tendo uma atitude errada, equivocada, ou atitude não cristã. Normalmente esses comentários surgem quando o músico está exigindo alguma coisa ou exigindo algo de alguém, e esse alguém está frustrado pelas "demandas" do músico. Em uma ocasião eu ouvi um músico dizer: "É que... eu sou assim!" Com esta frase ou outras similares, muitos dos músicos tentam fugir da responsabilidade de enfrentarem a si mesmos. Esse argumento vai contra a Palavra de Deus que diz: "e Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou." - "Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." ( II Cor. 5:15 e 17).
Quando estamos em Cristo passamos da morte para a vida, e isto também inclui os músicos, que muitas vezes pensam que são exceções a esta regra. Quando estamos em Cristo, começamos o processo de santificação, ou seja, o processo onde permitimos que Deus renove nossos pensamentos, nos transforme, nos separe e nos purifique de todas as coisas que Ele não se agrada. Paulo diz aos Romanos: "Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Rm. 12:1-2).
Vejamos porque um músico se acha exceção às regras: A igreja tem deixado de lado as atitudes erradas dos músicos, simplesmente porque "cantam ou tocam bonito". E se esses músicos continuarem na plataforma para cantar e tocar, eles nunca terão a possibilidade de confrontar suas atitudes. E se as pessoas disserem assim para o músico: "Ah! que bonito estava este cântico, você quando cantou me abençoou muito...", o músico sente que Deus o usou para abençoar aquela pessoa, e já que Deus o está usando desta maneira não sente a necessidade de mudar suas atitudes. Veja bem, em quase todos os casos, quando você coloca o músico para sentar (o famoso "banco"), no momento que tira a plataforma que ele tanto desfruta é o momento em que surgem os problemas, porque o músico não quer perder o reconhecimento.
Em primeiro plano, ele não quer confrontar suas próprias atitudes incorretas, não vê a correção como algo necessário para sua própria vida e vive se justificando; mas quando é tirada do músico a oportunidade de fazer "brilhar" seus grandes talentos diante de todos, ele é confrontado com suas atitudes, e pode ter uma oportunidade de corrigir seus erros. No entanto, se ele continua desfrutando da plataforma e falso reconhecimento, não tem a oportunidade de confrontar seus próprios erros. Por isso é que nós líderes devemos estar ajudando e motivando os músicos a serem parecidos com Jesus. Em vez de enxergarmos como problemáticos, devemos dedicar mais tempo à eles, porque podem vir a ser uma grande força a favor do mover de Deus em qualquer lugar.
COMO CRISTO?
Uma das coisas tristes que tem acontecido em nossas igrejas é que muitos de nós músicos cristãos temos como referenciais para nossa vida músicos do meio secular, admiramos e queremos nos espelhar naqueles os quais consideramos como os "grandes músicos" dos dias atuais, pois estes possuem grandes talentos e o reconhecimento do público, fazem sucesso, ganham fortunas, são admirados por suas músicas e são reverenciados se tornando verdadeiros referenciais para muitos de nós, ou seja, tudo aquilo que eles falam e fazem têm um poder de influência muito grande sobre a nossa vida e nossas atitudes. Infelizmente temos nos espelhado em pessoas deste tipo, que possuem talentos sim, mas também um péssimo caráter. Normalmente são músicos corrompidos, envolvidos com drogas, vícios, prostituição de toda sorte, possuem conceitos equivocados sobre as coisas e valores da sociedade totalmente fora daquilo que temos conhecido pela Palavra de Deus. Fico pensando, será que está faltando referenciais dentro do Corpo de Cristo para nós músicos cristãos? Que tipo de referencial estamos buscando? São os que fazem sucesso? São os que ganham muito dinheiro com sua música? São os que cantam e tocam bem mas não tem caráter? Com que classe de músicos temos nos identificado? Com quem queremos ser parecidos? Está claro o padrão bíblico que Deus tem para nós? Quais são as nossas verdadeiras motivações? Deus estabeleceu uma pessoa que é o modelo para todas as áreas da nossa vida, e esta pessoa chama-se Jesus! Devemos comparar a nossa vida com quem é o nosso maior exemplo: Jesus! Ser músico como Jesus requer compromisso, renúncia, entrega e responsabilidade. Infelizmente, não encontramos músicos que queiram ser parecidos com Jesus, porque na verdade isto muitas vezes não trará "ibope", sucesso e reconhecimento, dinheiro e conforto, etc. O músico como Cristo não vive mais para si mesmo, voltado para suas próprias coisas, ele se preocupa menos com seus dotes musicais, com sua musicalidade e sua performance, e se preocupa mais em abençoar as pessoas. Na verdade, ele encara a música não como um fim em si mesma, mas como um meio pelo qual alcançará o seu objetivo: resgatar pessoas! Temos um chamado: "E disse Jesus: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens." (Mt 4:19). Somos pescadores de homens! Jesus não vivia para Ele mesmo, pelo contrário, se dava, se entregava, se desgastava a favor das pessoas. Sua paixão era ver as necessidades dos outros e ajudá-los. Estava tão desinteressado em si próprio que não tinha lugar onde passar a noite: "Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu têm ninhos; mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça." (Mt 8:20). A Bíblia menciona a compaixão que Jesus tinha pelas pessoas: "Vendo ele as multidões, compadeceu-se delas, porque andavam desgarradas e errantes, como ovelhas que não têm pastor." (Mt 9:36). Jesus não buscava seus próprios interesses e não estava preocupado com o sucesso, e estas são características que todos nós músicos cristãos devemos ter! Cada vez que pensarmos em ter atitudes erradas em relação aos dons e talentos que o Senhor nos deu, devemos nos lembrar que Jesus viveu para servir as pessoas e para dar sua vida em resgate de muitos: "...assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e dar a sua vida em resgate de muitos." (Mt 20:28). Mediante este texto podemos dizer que ministério significa servir e dar. Quem não está disposto à servir e dar sua própria vida não pode ter nenhum ministério!
O Servir e o Dar são palavras que devem caracterizar nós músicos. Este deve ser o nosso estilo de vida! Reflita nisto:
Servir
Lc. 22:24-27 - "...antes o maior entre vós seja como o menor..."
At. 20: 7-24 - "...servindo ao Senhor com toda a humildade..."
Ef. 6:6-8 - "...não servindo somente à vista, como para agradar aos homens..."
Hb. 6:9-12 - "...pois servistes e ainda servis aos santos..."
Dar
Mt. 10:7-8 - "... de graça recebestes, de graça dai..."
Mt. 14:15-16 - "... dai-lhes vós de comer..."
At. 20:35 - "... coisa mais bem-aventurada é dar do que receber..."
II Co. 8: 1-5 - "... e ainda acima das suas posses, deram voluntariamente..."
Você quer ser um músico segundo Cristo?
Filipenses 2:5-11 - Para sermos músicos segundo Cristo precisamos imitá-lo:
1- Se esvaziou - do orgulho, da soberba, do "eu", do egoísmo, das impurezas.
2- Tomou forma de servo - se doava em favor das pessoas. Levitas - eram aqueles que estavam aptos para servir.
3- Humilhou-se - renunciou os seus direitos.
4- Foi obediente - obediência incondicional.
Desafio para os músicos
Nós, músicos cristãos, não precisamos buscar modelos no meio secular, mas o desafio é sermos modelo para essas pessoas vivendo a vida de Cristo. Vamos nos aprimorar, estudar, ler, orar, se dedicar, e ter um compromisso com a excelência naquilo que iremos fazer.
Mas lembre-se músico: você não precisa de dinheiro, de fama, reconhecimento e sucesso, o que você mais precisa na sua vida é Jesus! As demais coisas o Senhor vai tratar de cuidar de você: "...buscai, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." (Mt. 6:33). Não tenha um coração dividido, não faça "esquemas" com os talentos que o Senhor te deu para obter dinheiro e sucesso, não se venda por nenhum "preço", mas tenha um coração íntegro e reto na presença de Deus porque a Bíblia diz que "O homem fiel será cumulado de bênçãos..." (Pv. 28:20; 10:6; Mt. 25:23). As bênçãos do Senhor virão até você!
Que possamos ser músicos que toquem bem sim, mas que ao tocarmos e cantarmos flua uma unção profética que irá causar impacto na nossa geração! Sejamos músicos parecidos com Cristo!

Ronaldo Bezerra
Líder do Ministério de Música da Comunidade da Graça

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Pr. Jerry Adriani - Derrubando o espírito de "Diana dos Efésios".wmv

Pastor Jerry - Derrubando a rainha dos céus.

Serie de ministrações sobre libertação na comunidade Batista Gileade. Nesse encontro o Pastor Jerry faz um intenso estudo sobre o poder da rainha dos céus e ensina segundo a palavra de Deus a derrubá-la.

domingo, 7 de outubro de 2012

Jejum: fonte de santificação




Compreendendo o jejum na santificação

Muitos cristãos hoje desconhecem o que a Bíblia diz acerca do jejum. Ou receberam um ensino distorcido ou não receberam ensinamento algum sobre este assunto.
Creio que a Igreja de hoje vive dividida entre dois extremos: aqueles que não dão valor algum ao jejum e aqueles que se excedem em suas ênfases sobre ele. Penso que Deus queira despertar-nos para a compreensão e prática deste princípio que, sem dúvida, é uma arma poderosa para o cristão.
Não há regras fixas na Bíblia sobre quando jejuar ou qual tipo de jejum praticar, isto é algo pessoal. Mas a prática do jejum, além de ser recomendação bíblica, traz consigo alguns princípios que devem ser entendidos e seguidos.

A BÍBLIA ORDENA O JEJUM?
Não. No Velho Testamento, na lei de Moisés, os judeus tinham um único dia de jejum instituído: o do Dia da Expiação (Lv.23:27), que também ficou conhecido como “o dia do jejum” (Jr.36:6) e ao qual Paulo se referiu como “o jejum” (At.27:9).
Mas em todo o Velho e Novo Testamento não há uma única ordem acerca de jejuarmos. Contudo, apesar de não haver um imperativo acerca desta prática, a Bíblia esta cheia de menções ao jejum. Fala não apenas de pessoas que jejuaram e da forma como o fizeram, mas infere que nós também jejuaríamos e nos instrui na forma correta de faze-lo.

Muitos ensinadores falharam de maneira grave ao dizer que, por não haver nenhuma ordem específica para o jejum, então não devemos jejuar. Mas quando consideramos o ensino de Jesus sobre o jejum, não há como negar que o Mestre esperava que jejuássemos :
“Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando jejuardes, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (Mt.6:16-18).
Embora Jesus não esteja mandando jejuar, suas palavras revelam que ele esperava de nós esta prática. Ele nos instruiu até na motivação correta que se deve ter ao jejuar. E quando disse que o Pai recompensaria a atitude correta do jejum, nos mostrou que tal prática produz resultados!
Algumas pessoas dizem que se as epístolas não dizem nada sobre jejuar é porque não é importante, e desprezam o ensino de Jesus sobre o jejum. Isto é errado! Jesus não veio ensinar os judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele veio instituir a Nova Aliança, e todos os seus ensinos apontavam para as práticas dos cidadãos do reino de Deus.

Quando estava para ser assunto ao céu, deu ordem aos seus apóstolos que ensinassem as pessoas a guardar TUDO o que Ele tinha ordenado (Mt.28:20), inclusive o modo correto de jejuar!

O próprio Jesus praticou o jejum, e lemos em Atos que os líderes da Igreja também o faziam. Registros históricos dos pais da igreja também revelam que o jejum continuou sendo observado como prática dos crentes muito tempo depois dos apóstolos. O jejum, portanto, deve ser parte de nossas vidas e praticado de forma equilibrada, dentro do ensino bíblico.
Embora o próprio Senhor Jesus tenha jejuado por quarenta dias e quarenta noites no deserto, e muitas vezes ficava sem comer (quer por falta de tempo ministrando ao povo – Mc.6:31, quer por passar as noites só orando sem comer – Mc.6:46), devemos reconhecer que Ele e seus discípulos não observavam o jejum dos judeus de seus dias (exceto o do dia da Expiação).
Era costume dos fariseus jejuar dois dias por semana (Lc.18:12), mas Jesus e seus discípulos não o faziam. Aliás chegaram a questionar Jesus acerca disto:
“Disseram-lhe eles: Os discípulos de João e bem assim os fariseus freqüentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem. Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão.” (Lc.5:33-35).

O Mestre mostrou não ser contra o jejum, e disse que depois que Ele fosse “tirado” do convívio direto com os discípulos (voltando ao céu) eles haveriam de jejuar. Jesus não se referiu ao jejum somente para os dias entre sua morte e ressurreição/reaparição aos discípulos (ao mencionar os dias que eles estariam sem o noivo), e sim aos dias a partir de sua morte.
Contudo, Jesus deixou bem claro que a prática do jejum nos moldes do que havia em seus dias não era o que Deus esperava. A motivação estava errada, as pessoas jejuavam para provar sua religiosidade e espiritualidade, e Jesus ensinou a faze-lo em secreto, sem alarde.

Sabe, o jejum pode ser uma prática vazia se não for feito de maneira correta. Isto aconteceu nos dias do Velho Testamento, quando o povo começou a indagar:
“Por que jejuamos nós, e não atentas para isto? Por que afligimos a nossa alma, e tu não o levas em conta?” (Is.58:3a).
E a resposta de Deus foi exatamente a de que estavam jejuando de maneira errada:
“Eis que, no dia em que jejuais, cuidais dos vossos próprios interesses e exigis que se faça todo o vosso trabalho. Eis que jejuais para contendas e para rixas e para ferirdes com punho iníquo; jejuando assim como hoje, não se fará ouvir a vossa voz no alto.” (Is.58:3b,4).
Por outro lado, o versículo está inferindo que se observado de forma correta, Deus atentaria para isto e a voz deles seria ouvida.

O PROPÓSITO DO JEJUM
Gosto de uma afirmação de Kenneth Hagin acerca do jejum: “O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus”. O jejum não tornará Deus mais bondoso ou misericordioso para conosco, ele está ligado diretamente a nós, à nossa necessidade de romper com as barreiras e limitações da carne. O jejum deixará nosso espírito atento pois mortifica a carne e aflige nossa alma.
Jesus deixou-nos um ensino precioso acerca disto quando falava sobre o jejum:
“Ninguém põe vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho romperá os odres; e tanto se perde o vinho como os odres. Mas põe-se vinho novo em odres novos.” (Mc.2:22).

O odre era um recipiente feito com pele de animais, que era devidamente preparada mas, com o passar do tempo envelhecia e ressecava. O vinho, era o suco extraído da uva que fermentava naturalmente dentro do odre. Portanto, quando se fazia o vinho novo, era sábio colocá-lo num recipiente de pele (o odre) que não arrebentasse na hora em que o vinho começasse a fermentar, e o melhor recipiente era o odre novo.
Com essa ilustração Jesus estava ensinado-nos que o vinho novo que Ele traria (o Espírito Santo) deveria ser colocado em odres novos, e o odre (ou recipiente do vinho) é nosso corpo. A Bíblia está dizendo com isto que o jejum tem o poder de “renovar” nosso corpo. A Escritura ensina que a carne milita contra o espírito, e a melhor maneira de receber o vinho, o Espírito, é dentro de um processo de mortificação da carne.

Creio que o propósito primário do jejum é mortificar a carne, o que nos fará mais suscetíveis ao Espírito Santo. Há outros benefícios que decorrerão disto, mas esta é a essência do jejum.

Alguns acham que o jejum é uma “varinha de condão” que resolve as coisas por si mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado. Quando jejuamos, não devemos crer NO JEJUM, e sim em Deus. A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem.
Por exemplo, a fé é do espírito e não da carne; portanto, ao jejuar estamos removendo o entulho da carne e liberando nossa fé para se expressar.
Quando Jesus disse aos discípulos que não puderam expulsar um demônio por falta de jejum (Mt.17:21), ele não limitou o problema somente a isto mas falou sobre a falta de fé (Mt.17:19,20) como um fator decisivo no fracasso daquela tentativa de libertação.

O jejum ajuda a liberar a fé! O que nos dá vitória sobre o inimigo é o que Cristo fez na cruz e a autoridade de seu nome. O jejum em si não me faz vencer, mas libera a fé para o combate e nos fortalece, fazendo-nos mais conscientes da autoridade que nos foi delegada.

Mas apesar do propósito central do jejum ser a mortificação da carne, vemos vários exemplos bíblicos de outros motivos para tal prática:
a) No Velho Testamento encontramos diferentes propósitos para o jejum:
Consagração – O voto do nazireado envolvia a abstinência/jejum de determinados tipos de alimentos (Nm.6:3,4);

Arrependimento de pecados – Samuel e o povo jejuando em Mispa, como sinal de arrependimento de seus pecados (I Sm.7:6, Ne.9:11);
Luto – Davi jejua em expressão de dor pela morte de Saul e Jônatas, e depois pela morte de Abner. (II Sm.1:12 e 3:35);

Aflições – Davi jejua em favor da criança que nascera de Bate-Seba, que estava doente, à morte (II Sm.12:16-23); Josafá apregoou um jejum em todo Judá quando estava sob o risco de ser vencido pelos moabitas e amonitas (II Cr.20:3);
Buscando Proteção – Esdras proclamou jejum junto ao rio Ava, pedindo a proteção e benção de Deus sobre sua viagem (Ed.8:21-23); Ester pede que seu povo jejue por ela, para proteção no seu encontro com o rei (Et.4:16);
Em situações de enfermidade – Davi jejuava e orava por outros que estavam enfermos (Sl.35:13);

Intercessão – Daniel orando por Jerusalém e seu povo (Dn.9:3, 10:2,3)
b) Nos Evangelhos
Preparação para a Batalha Espiritual – Jesus mencionou que determinadas castas só sairão por meio de oração e jejum, que trazem um maior revestimento de autoridade (Mt.17:21);
Estar com o Senhor – Ana não saía do templo, orando e jejuando freqüentemente (Lc.2:37);
Preparar-se para o Ministério – Jesus só começou seu ministério depois de ter sido cheio do Espírito Santo e se preparado em jejum (prolongado) no deserto (Lc.4:1,2);
c) Em Atos dos Apóstolos vemos a Igreja praticando o jejum em diversas situações, tais como:
Ministrar ao Senhor – Os líderes da igreja em Antioquia jejuando apenas para adorar ao Senhor (At.13:2);
Enviar ministérios – Na hora de impor as mãos e enviar ministérios comissionados (At.13:3);
Estabelecer presbíteros – Além de impor as mãos com jejum sobre os enviados, o faziam também sobre os que recebiam autoridade de governo na igreja local, o que revela que o jejum era um princípio praticado nas ordenações de ministros (At.14:23).
d) Nas Epístolas só encontramos menções de Paulo de ter jejuado (II Co.6:3-5; 11:23-27).

DIFERENTES FORMAS DE JEJUM
Há diferentes formas de jejuar. As que encontramos na Bíblia são:
a) Jejum PARCIAL. Normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo). Lemos sobre esta forma de jejum no livro de Daniel:
“Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram em minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que se passaram as três semanas.” (Dn.10:2,3).
O profeta Daniel diz exatamente o quê ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar desejável. Provavelmente se restringiu à uma dieta de frutas e legumes, não sabemos ao certo.
O fato é que se absteve de alimentos, porém não totalmente. E embora tenha escolhido o que aparentemente seja a forma menos rigorosa de jejuar, dedicou-se à ela por três semanas.
Em outras situações Daniel parece ter feito um jejum normal (Dn.9:3), o que mostra que praticava mais de uma forma de jejum. Ao fim deste período, um anjo do Senhor veio a ele e lhe trouxe uma revelação tremenda. Declarou-lhe que desde o primeiro dia de oração o profeta já fora ouvido (v.12), mas que uma batalha estava sendo travada no reino espiritual (v.13) o que ocorreria ainda no regresso daquele anjo (v.20). Aqui aprendemos também sobre o poder que o jejum tem nos momentos de guerra espiritual.
b) Jejum NORMAL. É a abstinência de alimentos mas com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto. Cresci ouvindo sobre a necessidade de se jejuar bebendo água; meu pai dizia que no relato do evangelho não há menção de Cristo ter ficado sem beber ou ter tido sede (e ele estava num deserto!):
“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi guiado pelo mesmo Espírito, no deserto, durante quarenta dias, sendo tentado pelo Diabo. Nada comeu naqueles dias, ao fim dos quais teve fome.” (Mt.4:2).
Denominamos esta forma de jejum como normal, pois entendemos ser esta a prática mais propícia nos jejuns regulares (como o de um dia).
c) Jejum TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de água. Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo três dias.
A água não é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas não se acumulem no organismo. Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um no Velho outro no Novo Testamento:
Ester, num momento de crise em que os judeus (como povo) estavam condenados à morte por um decreto do rei, pede a seu tio Mardoqueu que jejuem por ela:
“Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci.” (Et.4:16).
Paulo, na sua conversão também usou esta forma de jejum, devido ao impacto da revelação que recebera:
“Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu.” (At.9:9).
Não há qualquer outra menção de um jejum total maior do que estes (a não ser o de Moisés e Elias numa condição diferente que explicaremos adiante). A medicina adverte contra um período de mais de três dias sem água, como sendo nocivo.
Devemos cuidar do corpo ao jejuar e não agredi-lo; lembre-se de que estará lutando contra sua carne (natureza e impulsos) e não contra o seu corpo.

A DURAÇÃO DO JEJUM
Quanto tempo deve durar um jejum? A Bíblia não determina regras deste gênero, portanto cada um é livre para escolher quando, como e quanto jejua.
Vemos vários exemplos de jejuns de duração diferente nas Escrituras:
1 dia – O jejum do Dia da Expiação
3 dias – O jejum de Ester (Et.4:16) e o de Paulo (At.9:9);
7 dias – Jejum por luto pela morte de Saul (I Sm.31:13);
14 dias – Jejum involuntário de Paulo e os que com ele estavam no navio (At.27:33);
21 dias – O jejum de Daniel em favor de Jerusalém (Dn.10:3);
40 dias – O jejum do Senhor Jesus no deserto (Lc.4:1,2);
OBS: A Bíblia fala de Moisés (Ex.34:28) e Elias (I Re.19:8) jejuando períodos de
quarenta dias. Porém vale ressaltar que estavam em condições especiais, sob o sobrenatural de Deus. Moisés nem sequer bebeu água nestes 40 dias, o que humanamente é impossível. Mas ele foi envolvido pela glória divina.
O mesmo se deu com Elias, que caminhou 40 dias na força do alimento que o anjo lhe trouxe. Isto é um jejum diferente que começou com um belo “depósito”, uma comida celestial. Jesus, porém, fez um jejum normal com esta duração.

Muitas pessoas erram ao fazer votos ligados à duração do jejum… Não aconselho ninguém fazer um voto de quanto tempo vai jejuar, pois isso te deixará “preso” no caso de algo fugir ao seu controle. Siga o conselho bíblico:
Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes.
“Melhor é que não votes do que votes e não cumpras”. (Ec.5:4,5).

É importante que haja uma intenção e um alvo quanto à duração do jejum no coração, mas não transforme isto em voto. Já intentei jejuns prolongados e no meio do caminho fui forçado a interromper.
Mas também já comecei jejuns sem a intenção de prolongá-lo e, no entanto, isto acabou acontecendo mesmo sem ter feito os planos para isto.
O JEJUM PROLONGADO
Há algo especial num jejum prolongado, mas deve ser feito sob a direção de Deus (as Escrituras mostram que Jesus foi guiado pelo Espírito ao seu jejum no deserto – Lc.4:1). Conheço irmãos que tem jejuado por trinta e até quarenta dias, embora eu, pessoalmente, não tenha feito um jejum tão longo. Cada um deles confirma ter recebido de Deus uma direção para tal.

Vale ressaltar também que certos cuidados devem ser tomados. Não podemos brincar com o nosso corpo. Uma dieta para desintoxicação do organismo antes do jejum é recomendada, e também na quebra do jejum prolongado (mais de 3 dias).
Procure orientação e acompanhamento médico se o Senhor lhe dirigir a um jejum deste gênero. Há muita instrução na forma de literatura que também pode ser adquirida.

PODEMOS FALAR QUE ESTAMOS JEJUANDO ?
Algumas pessoas são extremistas quanto a discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança dos fariseus, tocam trombeta diante de si.
Em Mateus 6:16-18, Jesus condena o exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para atestar sua espiritualidade.
Ele não proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao contar o jejum que Jesus fez… Como souberam que Cristo (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele contou!
Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos.
Eu, particularmente, comecei a jejuar estimulado pelo relato das experiências de outros irmãos. Depois é que comecei (aos poucos) a entender o ensino bíblico sobre o jejum. E louvo a Deus pelas pessoas que me estimularam!
Sabe, precisamos tomar cuidado com determinadas pessoas que não tem o que acrescentar à nossa edificação e somente atacam e criticam.
Lembro-me que o primeiro jejum que fiz na minha adolescência: cortei só o almoço mas tomei um refrigerante para não “sofrer” muito; fiz isto para orar por um amigo que queria ver batizado no Espírito Santo. Aquele rapaz já havia recebido tanta oração, mas nada havia acontecido ainda.
Portanto, jejuei e orei em seu favor. Hoje sei que não foi grande coisa mas, na época, foi o meu melhor. Pois bem, alguém ficou sabendo e me ridicularizou, disse que jejum de verdade era ficar o dia todo sem comer nada e bebendo no máximo um pouco de água; esta pessoa disse que eu estava perdendo meu tempo e que só fizera um “regimezinho”, pois o verdadeiro jejum não admitia nem bala açucarada na boca, quanto mais um refrigerante!… mas naquele dia meu amigo foi cheio do Espírito Santo e preferi acreditar que o jejum funcionava.
Depois ouvi outros irmãos comentarem sobre jejuar mais de um dia e “fui atrás”, e assim, aos poucos, fui aprendendo (a jejuar e sobre o jejum) aquilo que não aprendi na igreja ou na literatura cristã. Penso que de forma sábia e cuidadosa podemos estimular outros à prática do jejum, basta partilharmos nossas experiências e incentiva-los.

CONCLUINDO
Haverá períodos em que o Espírito Santo vai nos atrair mais para o jejum, e épocas em que quase não sentiremos a necessidade de faze-lo. Já passei anos sem receber nenhum impulso especial para jejuns de mais de três dias e, mesmos estes, foram poucos.
E houve épocas em que, seguidamente sentia a necessidade de faze-lo. Porém, penso que o jejum normal de um dia de duração é algo que os cristãos deveriam praticar mais, mesmo sem sentir nenhuma “urgência” espiritual para isto.
Devemos ser sensíveis e seguir os impulsos do Espírito de Deus nesta área. Isto vale não só para começar a jejuar, mas até para quebrar o jejum. Já fiz jejuns que queria prolongar mais e senti que não deveria faze-lo, pois a motivação já não era mais a mesma…
Encerro desafiando-o a praticar mais o jejum, e certamente você descobrirá que o poder desta arma que o Senhor nos deu é difícil de se medir com palavras. A experiência fortalecerá aquilo que temos dito. Que o Senhor seja contigo e te guie nesta prática!

Fonte: http://estudos.gospelmais.com.br/compreend

endo-o-jejum.html